Quando uma empresa descobre que já está respondendo a um processo trabalhista, é comum que surjam dúvidas, medos e, sobretudo, aquela sensação de que “agora não tem mais o que fazer”. Entretanto, isso não poderia estar mais distante da realidade. Na verdade, ainda há muito a ser feito, e, além disso, várias ações podem — e devem — ser tomadas imediatamente para evitar uma condenação alta.
Portanto, mesmo que o processo já esteja em andamento, você ainda consegue mudar o rumo da ação. Aliás, muitas empresas conseguem reduzir drasticamente o valor da condenação justamente após revisar a estratégia de defesa, o que demonstra o quanto agir agora é essencial.
O que fazer quando o processo já começou?
Inicialmente, é natural acreditar que, depois que o processo já iniciou, não há muito espaço para ajustes. Contudo, isso não é verdade. Muito pelo contrário: é exatamente nessa fase que decisões estratégicas fazem toda a diferença.
Além disso, ao agir com rapidez e organização, é possível corrigir falhas, apresentar novas provas e fortalecer a defesa da empresa de forma significativa.
1. Revise imediatamente toda a documentação do processo
Em primeiro lugar, revisite todos os documentos que já foram anexados ao processo. Isso é crucial, porque, frequentemente, as alegações do ex-funcionário são incompletas, exageradas ou até mesmo contraditórias.
Além disso, ao analisar com cuidado o que já está no processo, você consegue:
- Identificar inconsistências na narrativa do trabalhador;
- Mapear falhas na defesa apresentada até agora;
- Notar documentos que ainda podem ser incluídos.
Consequentemente, essa revisão inicial permite ajustar a estratégia com muito mais precisão.
2. Organize todas as provas que ainda podem ser apresentadas
Em seguida — e isso é extremamente importante — organize todas as provas que ainda não foram juntadas. Embora o processo já esteja em andamento, a empresa ainda tem oportunidades de apresentar documentos complementares.
Aliás, muitas condenações são reduzidas justamente porque a empresa conseguiu provar, posteriormente, algo que não estava claro no início.
Portanto, reúna:
- Holerites;
- Registros de ponto;
- Comprovantes de pagamentos;
- Registros de EPI;
- Advertências e suspensões;
- PPRA, PCMSO, LTCAT;
- E-mails, mensagens e comunicados internos;
- Testemunhas alinhadas.
Além disso, quanto maior a organização, mais forte será a defesa.
3. Identifique exatamente onde está o maior risco da condenação
Posteriormente, avalie os pedidos iniciais do ex-funcionário. Isso porque, normalmente, um ou dois pedidos são responsáveis pela maior parte do valor da condenação.
Os pedidos mais perigosos são:
- Horas extras;
- Insalubridade;
- Acúmulo ou desvio de função;
- Vínculo empregatício não registrado;
- Danos morais;
- Intervalo intrajornada;
- Diferenças salariais.
Além disso, entender qual pedido tem maior impacto ajuda você a direcionar esforços exatamente onde eles têm mais efeito. Assim, a defesa se torna muito mais estratégica e eficiente.
4. Prepare cuidadosamente o preposto da empresa
O depoimento do preposto, além de decisivo, é um dos momentos mais sensíveis do processo. Portanto, preparar essa pessoa é absolutamente indispensável.
Além disso, o preposto deve:
- Conhecer detalhadamente a rotina do ex-funcionário;
- Responder com segurança e objetividade;
- Evitar contradições com documentos e testemunhas;
- Falar apenas o necessário, sem exageros nem improvisos.
Aliás, um bom depoimento pode reduzir — e muito — o valor final da condenação. Por outro lado, um depoimento inseguro pode aumentar significativamente os prejuízos.
Consequentemente, treinar o preposto é parte fundamental da estratégia.
5. Reavalie a estratégia do processo com um advogado especializado
Embora muitas empresas iniciem o processo sem orientação adequada, chega um momento em que a intervenção de um advogado especializado se torna inevitável.
Portanto, contratar um advogado com experiência em defesa empresarial não é apenas recomendado — é estratégico.
Isso porque o especialista consegue:
- Identificar riscos ocultos;
- Sugerir documentos e provas complementares;
- Apontar contradições do ex-funcionário;
- Preparar preposto e testemunhas;
- Estruturar defesas mais fortes;
- Indicar quando o acordo é vantajoso;
- Evitar erros que elevam a condenação.
Além disso, um profissional experiente pode transformar totalmente o rumo do processo.
6. Avalie estrategicamente a possibilidade de acordo
Embora algumas empresas evitem acordos por acreditar que isso demonstra “culpa”, essa visão é equivocada. Na realidade, o acordo pode ser uma das formas mais inteligentes de reduzir prejuízos.
Aliás, o acordo:
- Encerra o processo rapidamente;
- Evita multas e juros;
- Reduz o valor total da condenação;
- Preserva a imagem da empresa;
- Evita longas batalhas judiciais.
Entretanto, é fundamental analisar essa possibilidade com apoio jurídico, justamente para garantir que o acordo seja realmente vantajoso.
7. Evite atitudes que aumentam a condenação — muitas empresas erram aqui
Por fim, é essencial destacar que existem comportamentos que, apesar de parecerem inofensivos, aumentam drasticamente o valor da condenação. Portanto, evite:
- Preposto despreparado;
- Depoimentos improvisados;
- Falta de documentos essenciais;
- Contradições entre testemunhas;
- Respostas vagas, inseguras ou exageradas;
- Falta de alinhamento com o advogado.
Além disso, empresas que não levam a audiência a sério quase sempre saem prejudicadas.
Consequentemente, cuidar desses detalhes pode salvar a empresa de grandes perdas.
Conclusão: ainda dá tempo de reduzir a condenação — mas você precisa agir agora
Apesar de o processo já estar em andamento, nada está perdido. Na verdade, ainda há muitas oportunidades de fortalecer sua defesa, organizar documentos, corrigir erros e, sobretudo, reduzir o risco de uma condenação alta.
Além disso, cada decisão que você toma a partir de agora influencia diretamente o resultado final.
Portanto, agir imediatamente é essencial.
Sua empresa já está no meio de um processo trabalhista? Eu posso ajudar agora mesmo.
Se a sua empresa já está respondendo a um processo, posso:
- Revisar todo o processo atual;
- Identificar os maiores riscos;
- Corrigir falhas da defesa;
- Analisar documentos;
- Traçar estratégias para reduzir a condenação;
- Avaliar acordo vantajoso.
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Cada dia conta — e cada escolha pode reduzir (ou aumentar) o valor final da condenação.
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