Pedro Carvalho Advogado Trabalhista

Pensão por Morte INSS: Descubra AGORA Quem Tem Direito, Como Solicitar e Como Provar Dependência Sem Erros

Introdução

Perder um familiar já é, por si só, extremamente doloroso. Entretanto, além do impacto emocional, o abalo financeiro costuma ser igualmente devastador. Justamente por esse motivo, a pensão por morte existe: para proteger os dependentes do segurado falecido. Ainda assim, apesar de ser um direito garantido por lei, o INSS nega milhares de pedidos todos os anos. Como consequência direta, muitos beneficiários acabam ficando sem renda simplesmente por falta de informação ou orientação adequada. Portanto, compreender as regras da pensão por morte no INSS, conhecer os critérios e, acima de tudo, preparar o pedido corretamente torna-se essencial para garantir o benefício previdenciário.


1. O que é a pensão por morte e por que ela é tão importante?

A pensão por morte é um benefício mensal pago aos dependentes do segurado falecido. Em outras palavras, trata-se de um mecanismo criado para substituir a renda que, até então, era fundamental para a manutenção da família. Além disso, vale destacar que o benefício é devido tanto nos casos de morte natural quanto nos casos de morte acidental.

No entanto, apesar de ser um direito previdenciário, muitas pessoas deixam de solicitar a pensão por morte no INSS ou, pior ainda, perdem prazos importantes simplesmente por desconhecerem as regras. Por isso, entender como funciona o pedido de pensão por morte é absolutamente indispensável para evitar prejuízos financeiros.

2. Quem realmente tem direito à pensão por morte?

A legislação organiza os dependentes em três classes. Antes de tudo, vale lembrar que uma classe exclui a seguinte.

Classe 1 — Dependência presumida

Inclui:

  • Cônjuge

  • Companheiro(a) em união estável

  • Filhos menores de 21 anos

  • Filhos inválidos ou com deficiência

Como resultado, quem pertence a essa classe não precisa provar dependência econômica.

Classe 2 — Dependência que precisa ser comprovada

  • Pais do segurado

Classe 3 — Dependência com comprovação obrigatória

  • Irmãos menores de 21 anos

  • Irmãos inválidos ou com deficiência

Em todos esses casos, provas sólidas são indispensáveis.


3. Como comprovar dependência econômica de forma eficaz

A dependência econômica é, sem dúvida, um dos pontos mais analisados pelo INSS. Justamente por isso, quanto mais consistente for a documentação apresentada, maiores serão as chances de concessão da pensão por morte.

Dependência presumida

Cônjuges e filhos possuem, em regra, dependência econômica presumida. Contudo, ainda assim, nos casos de união estável, o INSS costuma exigir documentos adicionais que comprovem a convivência. Dessa forma, comprovantes financeiros, registros de residência comum e documentos que demonstrem a vida em conjunto são altamente recomendados.

Dependência mediante comprovação

Já pais e irmãos precisam demonstrar que recebiam ajuda financeira do segurado falecido. Para isso, documentos como comprovantes de transferências bancárias, recibos de despesas, declarações e testemunhas fortalecem o pedido de pensão por morte.


4. Quanto tempo dura a pensão por morte?

Após a Reforma da Previdência, a duração varia conforme a idade do dependente e outras condições.

Para cônjuge ou companheiro(a):

  • Até 21 anos → 3 anos

  • 21 a 26 → 6 anos

  • 27 a 29 → 10 anos

  • 30 a 40 → 15 anos

  • 41 a 43 → 20 anos

  • Acima de 44 → Vitalícia

Para filhos e irmãos:

  • Até 21 anos (salvo invalidez ou deficiência)

Por fim, vale lembrar que uniões com menos de dois anos podem gerar benefício de apenas quatro meses.


5. Como solicitar a pensão por morte no INSS — Passo a passo

Aqui vai o processo completo:

1 — Reúna toda a documentação

Isso evita atrasos e pedidos adicionais.

2 — Acesse o Meu INSS

➡ Agendamentos / Solicitações
Pensão por morte

3 — Anexe os documentos

Além disso, verifique se estão legíveis.

4 — Acompanhe o pedido

O INSS pode pedir comprovações extras.

5 — Aguarde a decisão

Em caso de negativa, você ainda pode recorrer.


6. Documentos essenciais

Do dependente

  • RG e CPF

  • Certidão de casamento ou união estável

  • Comprovante de endereço

  • Provas de dependência econômica

Do segurado

  • Certidão de óbito

  • RG e CPF

  • CNIS

  • CTPS

Para comprovar união estável

  • Contas conjuntas

  • Declaração de IR

  • Correspondências

  • Fotos

  • Testemunhas


7. Motivos comuns de negativa no INSS

O INSS costuma negar quando:

  • Falta documentação

  • A união estável não foi comprovada

  • A dependência econômica é fraca

  • Há divergências no CNIS

  • Documentos estão ilegíveis

Apesar disso, grande parte das negativas é reversível.


8. Como recorrer quando a pensão por morte é negada

Existem três caminhos:

1 — Recurso administrativo

Prazo: 30 dias
Você pode anexar novas provas.

2 — CRPS

Outra instância analisa o caso.

3 — Ação judicial

Quando o recurso não resolve, a ação judicial costuma ser eficaz. Consequentemente, muitas concessões acontecem somente nessa etapa.


9. Quando procurar um advogado previdenciário?

Um advogado previdenciário é indispensável quando:

  • O INSS negou o benefício

  • Há dúvidas sobre união estável

  • Falta documentação

  • Existem filhos menores

  • O cálculo do valor está errado

Com orientação técnica, as chances de concessão aumentam significativamente.


10. Conclusão

A pensão por morte é um direito essencial, mas o processo é complexo. Por isso, conhecer as regras, reunir documentos adequados e agir rapidamente evita prejuízos. Se você deseja solicitar ou recorrer, buscar ajuda especializada é o caminho mais seguro.

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Leia também o seguinte artigo: LOAS (BPC): Quem Tem Direito, Como Solicitar e Como Aumentar as Chances de Aprovação no INSS

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